Apresentação dos alunos candidatos à Congregação da EFLCH

Na última ASSEMBLEIA foi aprovada a proposta da realização de um debate e apresentação dos alunos candidatos aos Conselhos da EFLCH.

Houve uma grande procura de alunos candidatos para um importante conselho: CONGREGAÇÃO DO CAMPUS. Este conselho é responsável pela governabilidade das ações institucionais do nosso campus. É fundamental que este Conselho trabalhe e discuta de forma ampla os problemas do nosso campus e a participação dos alunos é importante, mesmo com 15% de representatividade, pois através desses representantes as propostas e pautas do setor estudantil podem ser encaminhadas.

Esse número grande indica uma vontade crescente do aluno em participar dos debates nas instâncias institucionais que deliberam sobre a vida acadêmica.

Respeitando o edital que determina o período de campanha de 22/04 até o dia 03/05, está sendo organizado um debate entre os candidatos. O debate é vital pelo grande número de candidatos para que eles possam exprimir suas ideias e o mais importante, PARA QUE O ALUNO POSSA ESCOLHER E PARTICIPAR DESTE TRAZENDO SUAS REIVINDICAÇÕES E SUGESTÕES QUE DEVEM ENTRAR NA PAUTA DA CONGREGAÇÃO.

Como primeiro passo na ASSEMBLEIA DESTA QUINTA, 25 de abril, teremos uma apresentação rápida dos candidatos, e, na outra semana será realizado o debate entre os candidatos.

Comissão Organizadora.

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Uma resposta para Apresentação dos alunos candidatos à Congregação da EFLCH

  1. Estudantes,

    Após quase 1 (um) ano na Congregação, opodemos afirmar o quanto é prejudicial esta composição 70.15.15. Em todas as votações e intervenções do setor mais conservador desta universidade, dificilmente avnaçamos na democratização deste órgão.

    Vale trazer alguns momento, inclusive que antecederam nosso mandato, quando a Congregação com a clara intenção de provocar o Movimento Estudantil, aprovou abertura de sindicância logo no início da greve, provocando a primeira ocupação. E como todos sabem, não parou por aí, incentivaram os factóides com parceiros e, depois, tencionavam na congregação ou ainda na assembléia dos docentes.

    Para além da universidade, envolveram a Reitoria com mentiras e histórias mal contadas, que no final, jogaram tanto a Diretoria Acadêmica quanto a própria Reitoria no desgaste, por acreditarem que os estudantes de Guarulhos eram radicais, ultras e selvagens, a serviços de partidos políticos ou ainda de interesses escusos.

    O 14 de junho de 2012, a maior armação jamais vista no Pimentas, coroada com o famoso “dossie” apoiado por alguns professores do Departamento de Filosofia e outros departamentos, coroando a estratégia de alguns docentes que sempre lutaram contra a permanência da Unifesp na periferia.

    Após a queda do Reitor e Diretor Acadêmico e seu Vice, rapidamente se reorganizaram e alguns apoiaram a Chapa 3, disputando recentemente pela Chapa 1 quando perderam a direção acadêmica. E o pior, a Chapa 2 se absteve com 6 (seis) votos quando da votação da AUDIÊNCIA PÚBLICA antes da escolha do local provisório, necessário para a construção do prédio novo. Com esta postura, os estudantes e técnicos administrativos, com 8 (oito) votos a favor da audiência, perderam dos 11 (onze) votos do centrão conservador da Congregação.

    O irônico desta história: quando da elaboração da “lista trípice” os mesmos docentes que vetaram a AUDIÊNCIA PÚBLICA, pelo erro da Chapa 2, NÃO DERAM SEUS VOTOS PARA RATIFICAR A CONSULTA PÚBLICA que votou escolheu a Chapa 2. Estes docentes que foram contra a audiência, simplesmente depositaram 10 (dez) votos em BRANCO, não ratificando a chapa eleita.

    Na audiência pública pós-decisão da ida ao TORRICELLI-ANHANGUERA, tanto a Reitora Soraya – quanto o novo Diretor Acadêmico Professor Daniel e Professor Pedro Arantes, perceberam a gelada que a Congregação impôs, durante a tensa audiência, onde os estudantes, tratados como boiada pela congregação, levantaram diversas questões que antecipam os problemas que esta direção irá enfrentar nesta transferência abrupta ao local “dito” provisório.

    Desde o volume de dinheiro que será destinado ao grupo Torricelli-Anhanguera; tentativa de tirar uma conquista dos estudantes, a Ponte Orca, uma vez que a principal reivindicação de transporte público de massas (metro e trem) não saíra tão cedo, e ainda todas as demais questões que envolvem os mais de 200 estudantes que residem no Pimentas, infra-estrutura do novo local, mudança a toque de caixa e vai por aí. Uma verdadeira berração que coroa a falta de planejamento, oriundo das manobras realizadas pela Congregação do Campus Guarullhos.

    Uma verdadeira aberração com o dinheiro público e, o mais interessantes, nenhum dos docentes que defendem a saída do Campus, que votaram contra a Audiência Pública antes da decisão para onde ir, coibindo que a Comunidade Acadêmica fizesse a escolha da alternativa menos ruim, compareceram e deram a cara a bater, tal a covardia destes docentes que jogam o tempo todo com o vacilo de parcela da comunidade acadêmica.

    Agora, outra manobra absurda vai acontecer: a Comissão Eleitoral fez um calendário eleitoral que vai prejudicar grande parte dos estudantes nas próximas eleições para o Consu, Congregação e demais Conselhos. Escolher os dias 7 e 8 de maio de 2013, com alguns Campi em férias e voltam justamente no período em que será proibido a propaganda política dos candidatos; ou ainda o Campus de Guarulhos que literalmente sai de férias a partir de 03 ou 04 de maio, voltando somente em junho.

    Não vai dar outra, este calendário vai favorecer os votos da direita para o centro, prejudicando grande parte dos candidatos, agravado ainda pelo pouco tempo de coleta de votos, apenas 2 (dois) dias. Esta é a velha Unifesp, sempre manobrando para que os estudantes tenham pouca participação, de forma que possam controlar o processo eleitoral, principalmente quando professores indicam e ainda organizam estudantes para votar em candidatos “dóceis” e que não pertubem a “paz” nas manobras que ocorrem nestes órgãos.

    Esta é a democracia da Unifesp, está é a real bronca deste pessoal contra aqueles estudantes que tem uma atuação crítica nestes conselhos, verdadeiros “dumas” (parlamento conservador czarista) que vivem da troca de favores: você me dá isto, que eu aprovo aquilo. Uma aberração típica dos executivos e parlamentos brasileiros, a velha e conhecida fisiologia arraigada nas universidades do nosso pobre país.

    Que belo exemplo, formar jovens com este perfil. Até quando!

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