URGENTE! MAIS UMA MANOBRA HISTÓRICA NA UNIFESP

URGENTE. PRÓXIMA REUNIÃO DA CONGREGAÇÃO QUE DECIDIRÁ PELA COMPRA DO TORRICELLI PODERÁ ACONTECER FORA DO CAMPUS GUARULHOS.

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“Ponte Orca”: Convênio termina em setembro, sem perspectiva de renovação

O convênio entre a Unifesp e a EMTU foi uma medida provisória e paliativa conquistada pelo movimento estudantil durante forte mobilização na greve de 2012, para atender a necessidade de um transporte mais eficiente entre São Paulo ao Campus Guarulhos, localizado na região dos Pimentas. Num primeiro momento a Unifesp tentou negociar com a EMTU para criar o itinerário Itaquera – Pimentas e Pimentas – Itaquera, mas não foi possível.

O serviço contratado como alternativa a uma política de transporte público para a região, reivindicada pelo movimento estudantil e de moradores, previa o fornecimento do transporte universitário por meio de vans (fretados) pelo período de 2 anos. A vigência vigora até o próximo dia 05/09/2014, quando será encerrado.  Essa modalidade de prestação de serviço foi a possibilidade encontrada pela Reitoria e MEC naquele momento para o fornecimento de transporte até o Pimentas, ligando o bairro à estação Corinthians-Itaquera, atendendo estudantes e funcionários da Unifesp.

Não há nenhuma empresa em vista nesse momento para fornecer o serviço de transporte em linhas e itinerários públicos que atenda a necessidade da comunidade acadêmica de deslocamento de São Paulo ao atual Campus Provisório (localizado na região central de Guarulhos) e vice-versa.

Na audiência pública com a Reitora Soraya Smaili e o Diretor Acadêmico do campus Guarulhos, Daniel Vásquez, realizada no dia 30 de junho, foi informado que os recursos do campus serão insuficientes tanto para a manutenção do serviço de transporte, como também para as despesas com o aluguel do prédio do Grupo Torricelli, local em que o campus está provisoriamente alocado, fato que tem provocado diversas disputas internas entre a direção do campus e a reitoria.

Ver pauta de reivindicações do movimento: https://greveunifesp.wordpress.com/2012/03/25/pauta-de-reivindicacoes-do-movimento/

 

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3º ATO CONTRA A COMPRA DO TORRICELLI

MOBILIZAÇÃO PERMANENTE CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DA UNIFESP.

Convidamos todos os estudantes e trabalhadores da Unifesp e demais lutadores por uma educação pública, para o próximo ato CONTRA A COMPRA DO PRÉDIO DO COLÉGIO TORRICELLI:

3º ATO CONTRA A COMPRA DO TORRICELLI
Dia:04/09/2014 – Horário: 14h00*
Local: Anfiteatro – Unifesp Guarulhos – Campus Provisório

* – A confirmar data e local com os representantes estudantis. O ato está sendo convocado com antecedência à convocação da Congregação a fim de nos organizarmos e mais uma vez barrar essa manobra da Congregação da EFLCH.

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Convocação Congregação Agosto/2014

Caros(as) membros da Congregação,

Convoco-os para a Reunião Ordinária do mês de Agosto, a ser realizada no dia 21 de agosto de 2014, 5ª. feira próxima, às 15:30hs, na sala 420 – 4º andar, para tratar da seguinte pauta:

Ordem do dia:

1) Homologações das decisões ad referendum: a) Indicação dos setores para implantação da jornada flexível – 30 horas; b) Aprovação de convênios internacionais entre e a Scuola Normale Superiore di Pisa (Itália) e a Universidad Adolfo Ibañez (Chile) com o Departamento de História da Arte da UNIFESP; c) Aprovação do convênio com o Museu de Arte Moderna (MAM); d) Aprovação de DOD para construção de edifício de pesquisa Edital CT Infra 2014 Finep (pela ordem, Anexos I a V)

2) Aprovação das atas das reuniões ordinárias de junho/2014 (Anexo VI)

3) Manifestação de interesse pela compra do prédio do colégio Torricelli (Anexos VII a X – demandas enviadas pelos deptos.)

4) Eleições para representação discente na Congregação e demais órgãos colegiados do campus Guarulhos (Anexo XI)

5) Providências quanto à gravação e à difusão não autorizadas de parte da reunião da Congregação de 05 de junho de 2014

6) Proposição da Renovação do Convênio com a EMTU – Ponte Orca (Anexo XII e XIII)

7) Alocação dos novos servidores técnico-administrativos (Anexo XIV)

8) Eleição de delegados para o Congresso “20 anos de Unifesp: autonomia, democracia e sociedade” (Anexo XV)

9) Reformulação da Ouvidoria do campus Guarulhos

10) Pedido de esclarecimentos sobre a regulamentação da Licença Capacitação de Docente

Informes:  (Direção, Departamentos, Câmaras Técnicas e Representações dos Docentes, Tec. Adm. em Educação e Discentes)

Grato.

Atenciosamente,

Prof. Dr. Daniel Vazquez – Diretor Acadêmico

Profª. Drª. Marineide Gomes – Vice-diretora Acadêmica

Obs.1.: a inclusão de novos pontos de pauta deverá observar as formas e os prazos previstos no artigo 13º, I e II do Regimento Interno do Campus.

Obs.2.: esta convocação se dará nos termos do art. 8º, § 3º e 4º, do Regimento Interno do Campus. Haverá transmissão simultânea para a sala 409.

Obs.3: devido a problemas nas listas de email da Unifesp, estamos enviando esta convocação aos emails pessoais cadastrados.

Anexos:

AnexoI_AvaliaçãoComissão30horas AnexoII_ConveniosInternacionaisDHA AnexoIII_ConvenioMAM_UNIFESP2014 AnexoIV_DOD_CPH AnexoIX_OfícioDemandasTorricell_DepartamentoCienciasSociais AnexoV_SubprojetoGRU_CTinfra2014_PRPGP AnexoVI_AtareuniaoCongregaçãoJunho2014 AnexoVII_OfícioDemandasTorricell_DepartamentoHistoria AnexoVIII_OfícioDemandasTorricell_DepartamentoEducação AnexoX_OfícioDemandasTorricell_DepartamentoHistoriadaArte AnexoXI_ParecerRepresentaçãoDiscente AnexoXII_Memo225Reitoria AnexoXIII_resolucao97 AnexoXIV_ParecerComVagas_alocação22 vagas AnexoXV_ApresCongressoUnifesp

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Video Defesa Hideki: a quem interessam as prisões políticas?!

#liberdadeparahideki

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Acidente fatal em obra de construção do Campus Pimentas

Acompanhe a matéria publicada no noticiário local e a nota oficial da Reitoria da Unifesp.

acidente_unifesp

Nota de Pesar: Ocorrência na obra do campus Guarulhos

A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) lamenta profundamente a morte do funcionário Joabs de Melo Dantas, ocorrida na segunda-feira, 28 de julho, dentro do canteiro de obras do novo edifício do Campus Guarulhos. Ele era funcionário de uma empresa transportadora de materiais.

A Unifesp está acompanhando a perícia das causas do acidente, que vem sendo realizada pela Polícia Civil e outros órgãos competentes, e está à disposição para prestar quaisquer esclarecimentos que se fizerem necessários. A obra está dentro das normas de segurança do trabalho recomendadas pela legislação pertinente.

A Unifesp se solidariza aos familiares neste momento de luto e tristeza.

Reitoria
Unifesp

28/07/2014 19:17

http://dgi.unifesp.br/sites/comunicacao/index.php?c=Noticia&m=ler&cod=4d92e4fe

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Carta pública do Movimento de luta por creche pública na UNIFESP

O Movimento de luta por creche da Unifesp elaborou uma carta pública convidando estudantes, funcionários e professores assim como os movimentos sociais e coletivos feministas pela dissolução da comissão de sindicância e para que não se inicie o trabalho de investigação contra as mães do movimento.

http://blogueirasfeministas.com/2014/07/movimento-de-luta-por-creche-publica-na-unifesp/

O Movimento de luta por creche da Unifesp elaborou uma carta pública convidando estudantes, funcionários e professores assim como os movimentos sociais e coletivos feministas pela dissolução da comissão de sindicância e para que não se inicie o trabalho de investigação contra as mães do movimento.

Nós, Blogueiras Feministas, já publicamos o depoimento de Agnes Verm, estudante-mãe-trabalhadora da Unifesp, que relata o que ocorreu em fevereiro desse ano. Seguimos com todo apoio ao movimento. 

Alunos do CEI (Centro de Educação Infantil) Lar de Crianças Ananda Marga participam do 'círculo do amor', uma acolhida 'zen' antes do café da manhã. A creche fica no Jardim Peri, zona norte de São Paulo, e atende 111 crianças de zero a 3 anos. Foto de Leonardo Soares/UOL.

Segue a Carta:

A criminalização da luta estudantil: pela permanência das mães estudantes e trabalhadoras na Universidade!

No dia 25 de junho de 2014, foram intimados quatro estudantes do Movimento pela Creche da Unifesp, dentro da instância da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE) da Unifesp, sob a acusação de “difamarem” o diretor acadêmico da EFLCH após o ocorrido na Congregação (instância máxima de deliberação do campus Guarulhos) no dia 06 de fevereiro deste ano. A acusação foi gerada pelo fato de quatro crianças, filhas de ativistas do movimento de creche e de uma representante discente na Congregação, estarem presente na reunião. As mães foram acusadas verbalmente de irresponsabilidade e classificaram a atitude delas como “imoral” (nas palavras de uma das docentes), e os membros da Congregação votaram, na proporção vigente de 70% de docentes, pelo fim daquela reunião caso as crianças permanecessem naquele espaço “inapropriado” (uma sala de aula).

As crianças estavam ali porque participariam, após a reunião, de uma apresentação de teatro infantil em uma disciplina de graduação. Mas, além disso, elas também estavam ali porque suas mães e cuidadores queriam participar da reunião e tomar parte das decisões desse conselho. Com essa decisão da Congregação, colocaram duas opções a mãe-estudante-trabalhadora e representante dos estudantes naquele conselho: permanecer sem sua filha ou sair do espaço público e político com ela, ou seja, o próprio conselho decidiu por indiretamente expulsar essa mãe com sua filha. Ainda em conversa de corredor, o diretor do campus fez uma comparação dessa atitude dos discentes em levarem seus filhos naquele espaço como o mesmo que um pai que leva o filho a um “puteiro”, e complementou que estava “exagerando o exemplo”.

A acusação feita de difamação pelo diretor acadêmico da EFLCH tem, como supostas provas materiais, sete páginas de postagens e comentários na rede social, sobre o ocorrido, onde os acusados se posicionam contra atitude do diretor acadêmico e pela luta por creche, pois entendem que a garantia do direito à educação está diretamente relacionado com o direito e a autonomia das mulheres que são mães e estudantes, bem como do seu acesso e permanência no ensino superior. Com isso, o movimento torna público um problema social, qualificando a ação do diretor acadêmico como machista uma vez que a política do “se vira” recai prejuízos às mulheres-mães. Os e as estudantes são criminalizados por colocarem na ordem do dia a pauta da permanência estudantil das mães-trabalhadoras-estudantes!

Há muitos anos as mulheres no Brasil e no mundo lutam por creches, como direito das crianças e das mães. No entanto, para as mulheres trabalhadoras e estudantes esta política pública é condição para a sua inserção no espaço público. Este problema que parece invisível à sociedade, coloca sempre sobre os ombros da mulher a responsabilidade de cumprir com o cuidado e a educação das crianças, e culpa a mulher por todas as consequências que o descaso, e mesmo a ausência, de políticas para creches públicas, trazem a elas.

O Movimento pela Creche da Unifesp busca, desde 2012, tornar pública essa demanda na política geral das universidades no Brasil. Cabe a Pró-reitoria de Assuntos Estudantis viabilizar esta demanda, afastar o praticado machismo institucional e não criminalizar, pois isso cria bloqueios ao pleno exercício político destas mães.

Por de trás desta tática supostamente “pedagógica” de pontuar a universidade como um espaço que não é apropriado para as crianças, está o não atendimento da demanda de estudantes e a exclusão dos setores mais dependentes da política de assistência estudantil.

Hoje o nosso quadro é de alto índice de evasão e são as mães as primeiras a serem expulsas da universidade. Inclusive, após o ocorrido, uma das mães do movimento trancou seu curso por não conseguir mais levar sua criança para aquele espaço.

É um absurdo esta acusação incoerente, trata-se de uma tática antiga, usada pelos setores burocráticos e direitistas, que para abafar o real debate político, persegue e criminaliza os membros do movimento.

Nesse sentido queremos reiterar que LUTAR NÃO É CRIME!!!

Não nos calarão! Lutar é um direito de tod@s! Sobretudo das jovens mães estudantes trabalhadoras.

Neste contexto convidamos estudantes, professores e funcionários, que como nós defendem o direito de lutar, assim como os movimentos sociais, a assinarem esta carta como forma de se posicionar em relação ao descabimento das acusações empreendidas contra os estudantes denunciados. Que além de enviar resposta à denúncia feita pelo diretor acadêmico Prof. Dr. Daniel Vazquez e de defender às/aos estudantes militantes do Movimento de Luta por Creche na Unifesp, requer-se que a Comissão de Sindicância seja dissolvida, para que não se inicie o trabalho de investigação.

Pra permanência ser de verdade, tem que ter creche na universidade!
Pra trabalhar e estudar, por creche eu vou lutar!
Chega da política do “se vira”!
É machismo sim!

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Ato na audiência da “Moradia retomada”

Com presença e cartazes, ontem apoiamos os companheiros processados na Moradia Retomada de 2012 na audiência no Fórum de Pinheiros.

Graças a esses 12 processados e outros estudantes, muitas vagas de alojamento existem até hoje, minimizando a falta de políticas adequadas de moradia e permanência na USP.

Nossa luta está longe de acabar. O processo está em andamento e é importante que todos saibam que os estudantes estarão presentes sempre que eles precisarem.

Porque nenhum lutador fica para trás!!!

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Fonte: Greve USP 2014

 

HISTÓRICO:


Na madrugada de um domingo de carnaval, 19/02/2012, mais uma vez, as forças militares (Tropa de Choque e Força Tática) invadiram o Conjunto Residencial dos Alunos da USP – Crusp. Desta vez, o corpo de quase 150 homens, desalojou os moradores da “Moradia Retomada”, espaço de resistência que, há quase 2 anos, se instalara no térreo do bloco G, reivindicando mais vagas para a moradia estudantil. Hoje, as vagas no CRUSP continuam sendo insuficientes para atender à grande demanda de alunos sem condições de se manter na capital para dar seguimento a seus estudos e as bolsas de auxílio aluguel não condizem com os reais valores de moradia na região do Butantã, hiper valorizada pela especulação imobiliária.

Covardemente, nessa madrugada de carnaval, esses homens fortemente armados cercaram a Moradia Retomada, impedindo até mesmo os moradores do bloco G de entrarem ou saírem de seus apartamentos e bloquearam a passagem para os moradores dos outros blocos, que desciam em solidariedade aos ocupantes do espaço.

A operação prendeu 12 alunos, dentre eles, uma estudante grávida, que, depois de ter sido agredida pelos policiais, foi colocada no ônibus/camburão, sem nenhum auxílio médico.

****Mais de 2 anos após a reintegração de posse chegou o dia da audiência que irá julgar estes estudantes que estavam em luta.***

Assim como Hideki que está preso por lutar pelas causas sociais, estes 12 estudantes também vão a julgamento por lutar por moradia para estudantes pobres. E você? Vai ficar só assistindo este circo de horrores, ou vai vir somar na luta em defesa de todxs xs nossxs companheirxs?!?!

Quarta-feira a partir do meio dia será realizada uma vigília em frente ao Fórum de Pinheiros durante a audiência!

Saiba mais sobre a Moradia Retomada, no blog: http://moradiaretomada.blogspot.com.br/

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Estudantes da Unifesp Osasco se mobilizam por gratuidade no transporte municipal

Solicitação de gratuidade do ônibus circular da Unifesp Osasco até a Comandante Sampaio

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Para: Reitoria da Unifesp

Devido aos problemas de acessibilidade para a chegada à UNIFESP- Campus Osasco, foi criada pela prefeitura uma linha de ônibus circular da empresa Viação-Osasco que faz o trajeto da estação Comandante Sampaio até a faculdade. Grande parte de seus usuários é de São Paulo e regiões próximas, o que significa que já pagam passagem por utilizar ônibus, metrô e trem. Portanto, viemos por meio deste abaixo-assinado solicitar a gratuidade do circular para os alunos, que atualmente pagam R$ 3,00 por cada passagem. Sendo uma possibilidade o uso de recursos para subsídio deste valor à empresa de ônibus.

Assinar abaixo assinado

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2ª Plenária do Ciclo de debates Universidade, Sociedade e lutas políticas convida para:

10384688_276473292554590_258773003789872711_nNo dia 23 de junho, durante a manifestação contra copa que tinha como bandeiras fim da repressão policial, da legislação antigreve e defesa dos demitidos políticos dos metroviários e rodoviários, a polícia civil agiu para prender os manifestantes Fábio Hideki, estudante da USP e Rafael Marques, professor de Inglês. Foram imputadas diversas acusações contra os presos políticos para mantê-los na carceragem.

O autoritarismo, a ação do Estado policial, prisões, tortura policial, processos, condenações e repressão às lutas políticas se intensificam no contexto de crise da sociedade capitalista e de criminalização de lutadores/lutadoras que resistem levantando as bandeiras dos movimentos sociais. É preciso dizer que as ações do Estado, governos e instituições burguesas contra manifestantes e militantes são um ataque às reivindicações levantadas pelos movimentos sociais.

Além da inviabilidade da sociedade capitalista atender todas as reivindicações, ela deixa claro que não admite questionamentos e, por meio da repressão tenta calar e colocar fim às diversas manifestações. Mas, independente das ações repressivas, há resistência, expressão da luta de classes que continuará. A partir de uma perspectiva da consciência de classe, é dever incondicional, defender os lutadores e lutadoras e exigir fim da perseguição política, processos e condenações e liberdade imediata dos presos políticos! Pela defesa das liberdades democráticas! Fim da legislação antigreve! Liberdade imediata dos presos políticos!

Dia e Local: 16/07 – Quarta-Feira – às 18 hs – Unifesp Guarulhos

Campus Provisório – Avenida Monteiro Lobato, 679

Centro – Guarulhos

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