Solidariedade aos 27 estudantes da Unifesp condenados a pagar R$19.548 ou serem presos

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O «crime» deles foi ter lutado pela construção do prédio da universidade, criada em 2007. Só agora a obra está em andamento, como fruto de muita mobilização. Aqueles que lutaram por todos, numa greve estudantil de 5 meses, no ano de 2012, além de sofrerem com a repressão, prisões e agressões, foram processados e condenados a 15 dias de detenção ou a pagar R$724 cada. É necessário arrecadar R$19.548.

É hora de demonstrar que estes estudantes não estão sós. A luta pela universidade pública e contra a repressão é uma luta de todos nós!

Contribua também: CAIXA ECONÔMICA – AGÊNCIA: 2167, OP: 013, CONTA: 782-6 (Comitê Estadual de Luta Contra a Repressão-SP).

Minuta da condenação: http://comitecontrarepressao.wordpress.com/2014/06/02/minuta-da-condenacao-dos-estudantes-da-unifesp/

http://comitecontrarepressao.wordpress.com/

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A REPRESENTAÇÃO ESTUDANTIL PEDE AJUDA!

PARTICIPAÇÃO POLÍTICA NOS ÓRGÃOS DELIBERATIVOS DE TODXS OS ESTUDANTES! CONTRA O CONTINUO EXERCÍCIO DE AUTORITARISMO NA CONGREGAÇÃO, A INSTÂNCIA DELIBERATIVA DO CAMPUS GUARULHOS!

Acreditamos na participação e na conscientização, e a maioria dos estudantes da UNIFESP e do campus Guarulhos (EFLCH) não sabe o que está acontecendo nas reuniões da congregação, infelizmente. Este é um chamado para as pessoas tomarem conhecimento da atuação e dos problemas enfrentados pelos discentes neste espaço.

Estamos em uma situação muito complicada quanto à representação estudantil. Nós, representantes discentes eleitos nas eleições do primeiro semestre de 2013, estamos com nossa gestão vencida desde junho de 2014. Notificamos desde o início do problema às instâncias administrativas/ deliberativas do campus sobre a impossibilidade de nos mantermos participando das reuniões da congregação. Até o presente momento, depois de termos informado nossa situação inúmeras vezes e enfatizado a urgência do caso, recebemos apenas promessas do diretor acadêmico Daniel Vazquez – que se colocou publicamente contrário a prorrogação, mas nada fez de fato para reverter o quadro – e o total SILÊNCIO dos demais membros da congregação. Não concordamos com a extensão do mandato. Muitos de nós também já tinham se programado para exercer a função de representante durante aproximadamente um ano e assumiram outros compromissos pessoais, acadêmicos ou profissionais após o período, o que nos impedem de continuar realizando as ações de um representante com maestria. Isso tem dado inclusive espaço para pessoas que não se organizam junto com as bases da categoria “discentes” fazerem o que bem entendem em nosso nome. Serviu também para afastar as questões políticas e representativas do cotidiano universitário.

A realidade é que nós, representantes, não aguentamos mais, porém temos recebido desde maio/junho vagas menções referentes às novas eleições para ocupar as representações discentes. A gestão institucional, por meio do CONSU (maior instância deliberativa de toda UNIFESP), apenas justificou a prorrogação dos mandatos alegando não ter verba para realizar as eleições para novos representantes. A prorrogação não é legitima, visto que nem na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), nem no Estatuto/ Regimento Geral da UNIFESP ou no Regimento do Campus Guarulhos há esta possibilidade mencionada.

Assim, sofremos com um autoritarismo brutal, que só aumenta caso não haja um cuidado e diálogo entre todos nós estudantes. Não conseguimos permanecer nesta situação sem pedir ajuda. Mas, infelizmente poucxs se envolvem e se interessam pelas questões políticas que norteiam e guiam a vida coletiva do campus. Talvez se este envolvimento fosse maior e a consciência das necessidades coletivas mais presente os estudantes sofreriam menos, principalmente aqueles com dificuldades econômicas, que sofrem preconceito racial nas salas de aula e nos corredores, ou mesmo com a invisibilidade institucional.

Está complicado, mas é preciso lidar com esta realidade. Com muita luta e respeito, nos colocamos disponíveis a diversos debates, reuniões, ações conjuntas propostas pela instituição, onde sempre pautamos nossas ações de forma propositiva e dialogada, mais muitas vezes a estrutura hierárquica de poder, o conhecido 70%/15%/15% (onde vigora a maioria representativa e decisória do segmento dos docentes com 70% das cadeiras de membros eleitos – desigualdade justificada por regras presentes na LDB, mesma lei que vem sendo desrespeitada com a prorrogação dos mandatos) oprime, ignora, desqualifica o trabalho da representação estudantil, que sempre se colocou de forma aberta ao debate político sobre a formação e o sistema de educação que temos! Afinal, sabemos conscientemente qual educação queremos!

Gostaríamos de ver a participação da maioria dos estudantes nas ações políticas de representação para poderem incidir em seu cotidiano pela defesa dos interesses estudantis que garantem a permanência discente nesta universidade.

Durante todos estes anos, muitos de nós estiveram envolvidos nos debates políticos sobre a educação universitária, e principalmente, sobre nossa realidade no campus Guarulhos, em diversos momentos e em diferentes propostas institucionalizadas ou não. Este envolvimento nos permiti compreender as ferramentas institucionais que temos (e a que não temos) para garantir o direito de permanecer estudando e a (vi)ver o quão sofridas foram muitas conquistas de uma classe, considerada subalterna pela hegemonia elitista, para poder acessar esta instituição e conseguir permanecer nela em condições mínimas de existência como estudante e como pessoa.

Nesses caminhos muitos saíram, por não ver saída para a permanência, alguns se foram para outros lugares, alguns tiraram sua próprias vidas ou estão em estado psicológico-emocional abalado, alguns depois de serem humilhados em sala de aula por uma docente por sua mal escrita nunca mais voltaram (por exemplo, caso em uma turma de 2009). E estes são alguns dos muitos casos…..

Procuramos agir de forma coerente com as necessidades estudantis, de maneira propositiva e dialogada. Porém, encarar a negação, sujeição e o uso das ferramentas institucionais para agir com injustiça e com atos abusivos e extremamente opressivos e autoritários para cima dos discentes e seus representantes é inadmissível! Mas, para agirmos contra tudo isso, precisamos de ajuda!

À medida que constantemente nossa legitimidade é contestada e ignora pela Gestão vigente e pelo segmento docente, buscamos lutar para permitir que nossos direitos sejam minimamente garantidos! E todos os estudantes precisam saber o que acontece na Congregação, além de conhecer e legitimar seus representantes!

Com muita luta conseguimos encaminhar as demandas levantadas durante todos estes anos sobre a moradia estudantil. Entramos em muitos debates políticos e conseguimos encaminhar ou neutralizar ações que prejudicariam a maior parte dos estudantes. Conseguimos garantir a permanência do serviço de transporte gratuito, garantir a existência de espaços estudantis no campus provisório e a promessa de espaços estudantis no campus do bairro dos Pimentas. Também já apoiamos projetos de docentes (homologações docentes a respeito de licenças, convênios, posse de cargos de chefia etc.) e principalmente dos técnicos, que sofrem com a falta de infraestrutura no ambiente de trabalho, tanto física como de recursos humanos, e outras questões, como o caso das 30 horas de serviço e a garantia do exercício autônomo da função de alguns funcionários (arbitrariamente sendo exigida como direito docente de regência sobre os servidores).

Garantimos também o apoio à construção de nosso prédio oficial, e a reforma do prédio arco no Pimentas, elencando todas as demandas discentes represadas, apesar de constantemente serem esquecidas e negligenciadas as necessidades de reforma dos espaços estudantis e da existência de espaços de cuidados das crianças (filhos e filhas) de estudantes e funcionários no campus. Estas demandas já foram debatidas e aprovadas pela congregação, depois de muito trabalho realizado pela representação discente para apresentação minuciosa das propostas. Apesar disto, NUNCA foram instaurados ou incluídos nos documentos que servem ao planejamento físico das unidades do campus (provisória e oficial)!!!

Acreditamos que a Gestão da Diretoria Acadêmica, a prática institucional e, infelizmente, a maioria dos docentes, proporcionam e incentivam esta situação de injustiça e o não atendimento de demandas existenciais e garantidas pelas leis educacionais federais aos estudantes e técnicos-educativos.

Reuniões a portas fechadas e FORA DO CAMPUS, votações que garantem o interesse de um único setor (que possui mais cadeiras representativas legitimas, sem contar com as cadeiras natas) negam o direito ao processo deliberativo dos outros dois setores essenciais da universidade, dos estudantes, em sua formação e exercendo seu direito de acesso à educação e atuação política sobre os interesses públicos, e os técnicos educacionais, que diariamente lutam e se organizam para enfrentar esta estrutura opressora e desigual.

São poucos os professores que se permitem de fato a algum tipo diálogo para uma tentativa de consenso em relação as demandas apresentadas pelos segmentos estudantis e de servidores técnicos. Vale lembrar que os docentes não são a realeza, mas SERVIDORES PÚBLICOS, e que nós, discentes, contamos com a imposição de um Código de Conduta Estudantil da UNIFESP, mas às vezes esquecemos que existe um Código Ético de Servidores aplicado por leis federais. É preciso acabar com estes autoritarismos ilusórios!

Quanto à representação discente, estamos em setembro e nada foi feito a respeito. Tanto a Diretoria Acadêmica e Congregação deveriam em tempo hábil ter convocado as eleições, dado a omissão do Consu. Todos os estatutos citados são claros. Portanto, é questionável qualquer legitimidade das votações empreendidas na congregação, uma vez que para isso deve estar garantido o direito de todas as categorias da comunidade de participar das decisões por meio de seus representantes.

Dito isso, manifestamos aqui nosso repúdio a esta reunião de hoje (09/09/2014), e que conste na ata da mesma esta carta e nossa AUSÊNCIA nas decisões do dia (ou apenas o nome daqueles que individualmente permanecerem, pois foi uma decisão da maioria de nós) e, consequentemente, a não-participação de todos os segmentos da comunidade acadêmica nos debates e deliberações do dia.

É esse o desejo dos representantes ELEITOS pela graduação e pós-graduação; de alguns suplentes; de organizações estudantis (movimento da creche, C.As etc.); como também de grande parte dos demais discentes que, no momento, não estão sendo representados como deveriam e precisam!!

Att,

Representantes discentes eleitos em 2013

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Convocação Congregação Setembro/2014

Caros(as) membros da Congregação,

Convoco-os para a Reunião Ordinária do mês de Setembro, a ser realizada no dia 11/09/2014, às 8:30hs, para tratar da pauta abaixo. Tendo em vista, a solicitação subscrita pela maioria dos membros (anexo), a reunião realizar-se-á no edifício sede da Reitoria da Unifesp, localizado à Avenida Sena Madureira, 1500 – Auditório do 4º andar.

 

Ordem do dia:

1) Aprovação das Atas das Reuniões Ordinárias dos meses de Julho e Agosto (Anexos I e II)

2) Homologações das decisões ad referendum: Aprovação de DOD para construção de edifício de pesquisa Edital CT Infra 2014 Finep (Anexos III a V)

3) Manifestação de interesse pela compra do prédio do colégio Torricelli (Anexos VII a X – demandas enviadas pelos deptos.)

4) Eleições para representação discente na Congregação e demais órgãos colegiados do campus Guarulhos (Anexo XI)

5) Providências quanto à gravação e à difusão não autorizadas de parte da reunião da Congregação de 05 de junho de 2014

6) Renovação do Convênio com a EMTU – Ponte Orca (Anexo XII e XIII)

7) Alocação dos novos servidores técnico-administrativos (Anexo XIV)

8) Eleição de delegados para o Congresso “20 anos de Unifesp: autonomia, democracia e sociedade” (Anexo XV)

9) Reformulação da Ouvidoria do campus Guarulhos

10) Pedido de esclarecimentos sobre a regulamentação da Licença Capacitação de Docente

Tribuna Livre – Solicitada pela Representação dos Técnicos Administrativos em Educação.

Informes:  (Direção, Departamentos, Câmaras Técnicas e Representações dos Docentes, Tec. Adm. em Educação e Discentes)

 

Grato.

Atenciosamente,

Prof. Dr. Daniel Vazquez – Diretor Acadêmico

Profª. Drª. Marineide Gomes – Vice-diretora Acadêmica

 

Obs.1.: a inclusão de novos pontos de pauta deverá observar as formas e os prazos previstos no artigo 13º, I e II do Regimento Interno do Campus.

Obs.2.: esta convocação se dará nos termos do art. 8º, § 3º e 4º, do Regimento Interno do Campus. Haverá transmissão simultânea pela Intranet.

Obs.3: devido ao excesso de pontos para deliberação, a reunião apreciará os itens de pauta pendentes das reuniões anteriores, conforme relacionado acima. Novos pontos solicitados serão incluídos nas próximas convocações.

 

AnexoI_AtaCongregaçãoGuarulhos_03072014 AnexoII_AtaCongregaçãoGuarulhos_21082014 AnexoIII_BREVEHISTÓRIA_PROJETOFINEP_PlínioSmith AnexoIV_DOD_CPH AnexoIX_OfícioDemandasTorricell_DepartamentoCienciasSociais AnexoV_SubprojetoGRU_CTinfra2014_PRPGP AnexoVI_AtareuniaoCongregaçãoJunho2014 AnexoVII_OfícioDemandasTorricell_DepartamentoHistoria AnexoVIII_OfícioDemandasTorricell_DepartamentoEducação AnexoX_OfícioDemandasTorricell_DepartamentoHistoriadaArte AnexoXI_ParecerRepresentaçãoDiscente AnexoXII_Memo225Reitoria AnexoXIII_resolucao97 AnexoXIV_ParecerComVagas_alocação22 vagas AnexoXV_ApresCongressoUnifesp SolicitaçãoMudançaLocal_ProxReuniãoCongregação

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Professores universitários lançam manifesto em defesa da Universidade pública – S.O.S. USP

Em 27 de maio deste ano iniciou-se na Universidade de São Paulo (USP) uma greve de docentes e funcionários técnico-administrativos em virtude da não reposição salarial diante de uma inflação anual de aproximadamente 7%. Docentes e funcionários reivindicavam também a abertura das contas da instituição. Isso se deveu sobretudo a grave desequilíbrio financeiro anunciado pela reitoria.

Após essa data a reitoria passou a anunciar, com entrevistas concedidas à imprensa, planos que apontam claramente para o desmonte da universidade: redução do número de docentes que trabalham em regime de dedicação exclusiva ao ensino e à pesquisa e um plano de demissão voluntária de dois mil e oitocentos funcionários técnico-administrativos, neste caso sem nenhum critério que não o de sua faixa etária, atingindo justamente aqueles com mais tempo de serviço e experiência. As contratações de docentes em função das aposentadorias estão suspensas. Além disso, está promovendo corte de bolsas estudantis e de verbas para a pesquisa e para a veiculação de seus resultados. Alguns centros de pesquisa tiveram sua atividade prejudicada ou mesmo interrompida e a cooperação internacional em muitos casos cessou.

Para se ter uma ideia da gravidade da situação, dois importantes hospitais universitários, vinculados ao ensino e à pesquisa, estão com sua atividade seriamente ameaçada. A reitoria propõe seu desligamento da universidade, sem nenhum embasamento nem justificativa academicamente razoável.

Outras atitudes da reitoria, como a punição de grevistas e a recusa a dialogar com a comunidade universitária, bem como com parlamentares representando diversos partidos, estão ocasionando uma crise administrativa e política sem precedentes. Os docentes estão muito apreensivos em relação ao futuro da pesquisa e de suas carreiras, e manifestam também grande preocupação pela forma como a reitoria vem reprimindo o movimento dos trabalhadores da USP.

Nesse momento grave, solidarizamo-nos com os docentes, funcionários e estudantes da USP em luta para impedir o desmanche da universidade de maior projeção científica do país.

SOS USP: À la Défense de l’Université Publique

Une grève du personnel enseignant et technico-administratif de l’Université de São Paulo (Brésil) a été déclenchée le 27 mai dernier suite au refus de l’administration de compenser l’inflation annuelle d’environ 7%. Enseignants et personnels revendiquent également l’ouverture des comptes de l’institution. Tout ceci résulte du grave déséquilibre financier annoncé par le recteur (équivalent du président d’université).

Depuis lors, le rectorat a annoncé par la presse a plusieurs reprises des plans qui clairement indiquent le démontage de l’Université : réduction du nombre d’enseignants qui travaillent dans un régime exclusif d’enseignement et recherche et un plan de démission  volontaires pour 2.800 techniciens et agents administratifs, avec pour seul critère leur âge, frappant ainsi les plus anciens et expérimentés. Le recrutement des enseignants suite à des vacances des nouveaux retraites a été suspendu. Par ailleurs, des bourses destinées aux étudiants et des crédits de recherche ont été coupés. Des centres de recherche ont vu leur activité bloquée et dans plusieurs cas la coopération internationale a été arrêtée.

Deux importants hôpitaux universitaires de soins et de recherche sont menacés. Le rectorat propose leur cession, sans base rationnelle autre que financière.

Une crise administrative et politique sans précédents a suivi, après la punition des grévistes, des interventions policières répétées, et le refus du dialogue avec la communauté universitaire et même avec des parlementaires de différentes parties politiques. Les enseignants sont très préoccupés par le futur des recherches et de leurs carrières et par la croissante répression contre le mouvement des travailleurs.

Par la présente, nous voulons manifester notre solidarité avec les enseignants, personnels et étudiants de l’Université de São Paulo en lutte pour empêcher la destruction de la plus importante université du pays.

SOS USP!: In Defense of the Public University

Professors and non-academic staff have been on strike at the University of São Paulo (USP) since May 27 in response to a 0% salary increase offer by the University Rector that signifies a 7% salary cut due to inflation. Professors and staff also demand the opening of the books of the institution since the Rector has claimed that the largest public university in South America is in a grave financial crisis. The strikers also demand a thorough democratic reform of the administrative and political structures of the university.

Since the beginning of the strike, the Rector has proposed radical plans in the press that aim to dismantle the university: reduction of the number of professors dedicated full-time to teaching and research and a “voluntary” retirement plan for 2,800 non-academic staff particularly affecting those with the most experience and years of service. Hiring to replace retired professors has been suspended. Moreover, the Rector has drastically cut student scholarships and funding for research. Research institutes have had their activities reduced or interrupted and international exchanges have been ceased in many cases.

To fully understand the gravity of the situation, two important university hospitals, linked to teaching and research, have been seriously threatened. The Rector has proposed that they be transferred from the university to the state health system without any reasonable academic justification.

Other attitudes of the Rectory, such as the repression of strikers and the failure to dialogue with the university community or even with parliamentary representatives from various political parties, has provoked an administrative and political crisis without precedent at the university. Professors and non-academic staff are very apprehensive about the future of their students, research, careers and the university as a whole.

At this grave moment, we, the undersigned, stand in solidarity with the professors, staff and students of the University of São Paulo in their struggle to stop the destruction of Brazil’s first, largest and most important public teaching and research university.

En defensa de la Universidad pública – S.O.S.  USP

El 27 de mayo de este año comenzó, en la Universidad de São Paulo (USP), una huelga de docentes y de personal técnico y administrativo por causa de la no compensación salarial frente a una inflación anual de cerca del 7%. Los docentes y empleados reivindicaban también la apertura pública de las cuentas de la institución. Eso se debió sobre todo al grave desequilibrio financiero anunciado por la rectoría.

Después de esa fecha, la rectoría pasó a anunciar, mediante entrevistas en la prensa, planes que apuntan claramente hacia el desmontaje de la universidad: reducción del número de docentes que trabajan en régimen de dedicación exclusiva a la enseñanza e investigación, y un plan de dimisión voluntaria de dos mil ochocientos técnicos y administrativos, en ese caso sin otro criterio que la franja etaria a la que pertenecen, alcanzando justamente a aquellos con más tiempo de trabajo y experiencia. Los contratos de docentes para cubrir plazas vacantes por jubilación se han suspendido. Además, se promueve la cesación de becas para estudiantes y de partidas presupuestarias para la investigación y para la difusión de resultados. Algunos centros de investigación se encuentran con su actividad perjudicada o incluso parada, y la cooperación internacional, en muchos casos, ha cesado.

Una cabal idea de la gravedad de la situación la da el hecho de que se ve seriamente amenazada la actividad de dos importantes hospitales universitarios, vinculados a la formación y a la investigación. La rectoría propone su desvinculación de la universidad, sin ninguna base ni justificación académicamente razonable.

Otras actitudes de la rectoría, como las sanciones a huelguistas y la negativa a dialogar con la comunidad universitaria, así como con parlamentarios de diversos partidos, están ocasionando una crisis administrativa y política sin precedentes. Los docentes muestran recelo a respecto del futuro de su investigación y de sus carreras, y manifiestan también una gran preocupación por la forma como la rectoría viene reprimiendo al movimiento de los trabajadores de la USP.

En este grave momento, nos solidarizamos con los docentes, técnicos y estudiantes de la USP en su lucha para impedir la desarticulación de la universidad de mayor proyección científica del país.

“In difesa dell’università pubblica – S.O.S. USP”

Lo scorso 27 maggio i docenti e i dipendenti tecnici e amministrativi dell’Università di San Paolo del Brasile (USP) sono entrati in sciopero per il rifiuto dell’amministrazione di adeguare gli stipendi a fronte di un’inflazione annua intorno al 7%. I docenti e il personale tecnico-amministrativo chiedono inoltre la diffusione del bilancio dettagliato dell’università in seguito all’annuncio del rettore di un grave dissesto finanziario dell’ateneo.

A partire da questa data il rettore ha cominciato ad annunciare, attraverso interviste a organi di informazione, misure specifiche e piani strutturali di risanamento che vanno nella direzione di un sostanziale ridimensionamento dell’Università di San Paolo: tra questi citiamo la diminuzione del numero dei docenti a tempo pieno e un programma di dimissioni volontarie di 2.800 tecnici e amministrativi, scelti tra coloro con maggiore anzianità di servizio e, per questo, con maggiore esperienza.

Già attualmente è bloccato il reclutamento di nuovi docenti in sostituzione di colleghi collocati a riposo e sono ridotti finanziamenti alla ricerca e borse di studio a studenti.

Alcuni centri di ricerca hanno visto compromessa la loro attività e collaborazioni internazionali sono state interrotte.

Perfino due importanti policlinici universitari, che svolgono anche attività didattica e di ricerca, vedono seriamente minacciata la loro esistenza. Il rettore propone infatti il loro svincolamento dall’università senza presentarne una giustificazione che non sia la riduzione dei costi.

È in atto una crisi amministrativa senza precedenti, aggravata dal rifiuto del rettore al dialogo con la comunità universitaria e con esponenti del mondo politico e dalla sua richiesta di sanzioni nei confronti del personale in sciopero.

I docenti dell’Università di San Paolo vivono il momento con grande difficoltà e preoccupazione.

Di fronte alla gravità della situazione esprimiamo la nostra solidarietà ai docenti, al personale tecnico-amministrativo e agli studenti dell’Università di San Paolo, in lotta per impedire la destrutturazione del più importante centro di ricerca scientifica del paese.

Confira a lista de signatários:

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1ª FEIRA LIVRE DA EFLCH

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Sobre o Unifesp em Luta

O Unifesp em Luta é um blog coletivo construído pelo movimento estudantil da Unifesp. Com viés colaborativo, todo material aqui publicado é de autoria dos estudantes que estão se mobilizando pela causa, salvo notícias ou artigos de terceiros que são devidamente creditados e citados a fonte.

Participe e colabore: blogdome@riseup.net | https://www.facebook.com/unifespemluta

Saiba mais: http://unifespemluta.wordpress.com/2014/04/02/o-que-e-o-unifesp-em-luta/

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UFPR aprova EBSERH por telefone à custa do sangue da comunidade acadêmica

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“Tá na hora dos alunos mostrarem com um movimento politico organizado que também sabem falar”

Como alguns alunos já sabem esse ano fomos privilegiados com a seleção do Enade.
Acho que tá na hora de fazer barulho, pelo boicote ao Enade.
Nunca temos oportunidade de sermos ouvidos, acho que essa seria uma boa oportunidade de mostrar que temos ação politica. Mesmo porque alguns professores já andam preocupados e querendo convencer dá importância do enade. Óbvio mais preocupado com o interesse deles.
Tá na hora dos alunos mostrarem com um movimento politico organizado que também sabem falar.

Segue textos sobre sete motivos para boicotar o Enade do Carta Pública.

Comentário postado por Tavares, em 28/08/2014 às 12:11 pm

CARTA PÚBLICA: SETE MOTIVOS PARA BOICOTAR O ENADE
Esta prova envolve estudantes dos primeiros e últimos semestres dos cursos de graduação, dentre os quais, em diversos estados, os cursos de Psicologia foram selecionados para compor o exame.

Este texto tentará expor, de forma resumida e simples, sete motivos para o boicote da prova do ENADE, seja este boicote por estudantes da psicologia ou outros cursos, público ou privado.

1 – O ENADE TEM UM CARATÉR PUNITIVO
O Exame segue a lógica do Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior (SINAES), que procura penalizar os cursos mal-avaliados. Um curso mal avaliado tem que assinar um termo de responsabilidade assinado pela instituição, que garante que o curso vai dar uma solução aos problemas que ela apresentou. Caso ela não consiga se superar, haverá cortes nos investimentos. Ora, mas se um curso apresenta problemas a lógica não deveria ser justamente a oposta, a de investimento?
Outra questão aqui é que o Estado não diz de que forma a superação dos problemas deve se dar. Isto dá margem para a justificativa da privatização do ensino superior e público, além de colocar o Estado como um observador-regulador da educação, e não enquanto gestor e financiador desta.
2 – O ENADE NÃO AVALIA OS PROBLEMAS A SEREM SUPERADOS
O ENADE centra sua avaliação no desempenho individual dos estudantes, considerando, assim, que os problemas da universidade são meramente curriculares. O ENADE não avalia o que está bom e o que está ruim de um modo mais amplos, o exame calcula apenas a média das provas para dizer qual o “conceito” do curso, se é um, dois, três, quatro ou cinco. E isso não faz diferença nenhuma pra quem quer descobrir as deficiências de cada curso e investir em resolvê-las,
Avaliação deveria ser pautada nos problemas que queremos superar, precisa captar onde estão faltando estrutura, materiais e outros recursos necessários, precisa apontar quais conteúdos indispensáveis estão ficando de fora, precisa colocar em discussão os métodos pedagógicos que precisam ser melhorados para a nossa formação profissional, precisa dizer o que está errado e o que pode ser melhor no rumo que os nossos cursos têm.
3 – O ENADE DESCONSIDERA AS PARTICULARIDADES REGIONAIS
Mesmo que orientado pela Lei de Diretrizes e Bases, que organiza de forma geral o ensino dos cursos de graduação, a prova do ENADE é única para todos os estudantes do Brasil inteiro. Significa dizer que avaliação desconsidera as particularidades sociais, políticas, econômicas e culturais entre as diversas regiões brasileiras. Entendemos que o ensino dos diferentes cursos se dá justamente de forma diferente e que a pluralidade e diversidade devem ser, além de respeitados, valorizados. Defendemos a construção de uma ciência atenta às necessidades específicas dos mais diversos contextos sociais e culturais que se diferenciam bastante entre estados e regiões do país, que respeite as singularidades de cada local.
4– FALTA DE AUTONOMIA
Aliada a desconsideração das particularidades regionais, existe a questão da falta de autonomia. Cada universidade deve ter o direito de avaliar seus problemas de acordo com suas próprias características, e isso tem muita pouca relevância no resultado final da avaliação da qual o ENADE faz parte. Não faz sentido que o MEC imponha às universidades como deve ser o conhecimento produzido nela, para que ela tenha qualidade. O MEC deveria respeitar a dinâmica de cada universidade, dar recursos para que essa possa resultar num ensino de qualidade, e avaliar onde está ruim para que mais recursos sejam investindo, resolvendo os problemas constatados.
5 – É REALIZADO UM RANQUEAMENTO DO ENSINO
O resultado da prova é utilizado para construir um conceito, que contribui para o se elencar um ranking das universidades. Este ranking pode ser utilizado para privilegiar os cursos e universidades com melhores resultados em detrimento dos cursos com menores resultados. A excelência é construída de forma excludente e punitiva. Entretanto, um curso sem um conceito não pode fazer parte do ranking.
Outro uso dado para esta classificação, principalmente nas universidades privadas, é para o marketing das instituições privadas, propagandeando suas notas em revistas e outdoors, em uma lógica de que a avaliação sirva apenas como garantia de promover o seu “produto”. Conceitos altos, ainda, são utilizados para justificar aumentos abusivos de mensalidade por instituições privadas. A educação como direito é deixado de lado e estimula-se uma concepção de educação como um bem de consumo.
5– O BOICOTE É UM ATO POLÍTICO
O boicote é um ato político. Boicotar significa não legitimar uma prova que não se refere à qualidade de ensino. Quem faz o ENADE tem sua formação negligenciada, pois ele não atesta a real avaliação que a comunidade universitária historicamente exige. Boicotar e deixar claro que está sendo realizado um boicote é uma forma de mostrar ao SINAIS que estamos descontentes com a forma punitiva e descontextual que o ensino superior está sendo avaliado e tratado. Além de que um curso sem uma classificação em um conceito não recebe punição nenhuma.
Boicotar o ENADE é uma forma de sinalizar insatisfação com todo o sistema de avaliação. Mas por mais que ele surja efeitos imediatos, a longo prazo não basta, e é por isso que é importante aproveitar este período de campanha de boicote, pra falar também sobre a importância de criarmos outras formas de avaliação. A luta não apenas contra o ENADE, mas também contra o SINAES. Mas é preciso ficar claro: o coração do SINAES é o ENADE! Por isto é importante se unir a outras instâncias e coletivos para construir um movimento de resistência.
7 – QUEM BOICOTA A PROVA NÃO É PUNIDO!!!
Quem comparece à prova, mas não a faz não é punido e ainda tem a oportunidade de deixar explicitada sua posição contrária a uma avaliação limítrofe. É falsa a notícia de que quem boicota a prova tem seu diploma retido, ou tem sua nota divulgada no mesmo ou qualquer outra forma de punição. Para obter a liberação basta comparecer a prova e preencher o cabeçalho do gabarito.
Ainda, os estudantes de Universidades Pagas não perdem suas eventuais bolsas PROUNI nem o FIES. Entretanto, quem estuda em um curso ainda não reconhecido pelo MEC pode trazer problemas à sua Universidade, boicotando o ENADE. O curso pode não ser reconhecido se não tiver nota.
COMO BOICOTAR O ENADE EM CINCO PASSOS SIMPLES:
1 – Compareça pontualmente ao local da prova.
2 – Assine a lista de presença. Cole na prova um adesivo ou escreva “Boicote ao ENADE! Por uma avaliação de verdade”.
3 – Preencha o cabeçalho do gabarito e entregue a prova em branco.
4 – Vá para a praia, para o cinema, se encontre com seus amigos ou simplesmente volte a dormir.
5 – Organize-se! Procure se integrar, fazer parte ou acompanhar algum coletivo que faça minimamente uma discussão sobre o ENADE e o SINAIS, e que se proponha a estar construindo um movimento de resistência.

Boicotemos, pois! Em defesa da qualidade da nossa educação!

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MANOBRA HISTÓRICA DA CONGREGAÇÃO PARA APROVAR A COMPRA DO TORRICELLI

Guarulhos, 26 de agosto de 2014.

 

Ao

Professor Daniel Arias Vazquez

Diretor Acadêmico da EFLCH

 

À Congregação da EFLCH

Prezado Diretor, prezados conselheiros,

A Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas EFCLH/UNIFESP encontra-se desde maio sem realização de suas reuniões ordinárias da Congregação. Questões vitais para o governo da Escola estão absolutamente emperradas e procrastinadas.

Como se isso não bastasse, pela segunda vez consecutiva a Congregação da EFLCH se vê impossibilitada de discutir a pauta que lhe cabe, em razão da invasão de sua reunião por alguns estudantes dessa instituição. Embora a reunião de 03/07 tenha sido suspensa em razão de sua invasão e embora o regimento preveja que, em caso de conduta desrespeitosa, uma nova reunião seja reconvocada a portas fechadas, novamente a reunião foi invadida em 21/08, o que evidencia a indisponibilidade de meios que garantam uma reunião fechada no prédio da EFLCH.

Tendo em conta a inadmissibilidade da conduta presenciada nesta última Congregação e buscando garantir que a próxima reunião possa transcorrer em condições apropriadas para a discussão de assuntos acadêmicos e a retomada do governo da EFLCH, julgamos imprescindível que ela aconteça no prédio da Reitoria, espaço que dispõe de meios para assegurar o debate minimamente racional e republicano, a integridade física e moral de seus membros.

Atenciosamente,

Chefias de Departamento
Ana Lúcia Teixeira
Artionka Manuela Góes Capiberibe
Chefia do Departamento de Ciências Sociais
Alexandre Filordi
Chefia do Departamento de Educação
Alexandre Carrasco
Arlenice Almeida da Silva
Chefia do Departamento de Filosofia
Glaydson José da Silva
Cláudia Regina Plens
Chefia do Departamento de História
Cássio Fernandes
André Luiz Tavares Pereira
Chefia do Departamento de História da Arte
Rita Jover-Faleiros
Anderson Salvaterra Magalhães
Chefia do Departamento de Letras
Coordenações de Graduação
Débora Alves Maciel
Coordenadora do curso de Ciências Sociais
Samira Adel Osman
Coordenadora do curso de História/Coordenadora da Câmara de Graduação
Letícia Squeff
Coordenadora do curso de História da Arte
Izilda Johanson
Coordenadora do curso de Filosofia
Francine Weiss Ricieri
Coordenadora do Curso de Letras
Coordenações de Pós-Graduação
Cynthia Andersen Sarti
Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Cláudia Barcelos de Moura Abreu
Luiz Carlos Novaes
Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Educação
Juvenal Savian
Coordenador do curso de Pós-Graduação em Filosofia
Maria Rita de Almeida Toledo
Fábio Franzini
Coordenação do Programa de Pós-Graduação em História
Ângela Brandão
Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em História da Arte
Maria do Socorro Fernandes
Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Letras
Câmaras
Odair Paiva
Coordenador da Câmara de Extensão
Samira Adel Osman
Coordenadora da Câmara de Graduação
Representantes dos Professores Adjuntos
Ana Lúcia Lana Nemi
Arlenice Almeida da Silva
Bianca Fanelli Morganti
Bruno Konder Comparato
Daniel Revah
Yanet Aguillera Viruez Franklin de Matos
Representantes dos Professores Titulares
Cynthia Andersen Sarti
Olgária Chain Féres Matos
Representantes Discentes
Mayra Guanaes
Thiago de Almeida Castor do Amaral

 

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URGENTE! MAIS UMA MANOBRA HISTÓRICA NA UNIFESP

URGENTE. PRÓXIMA REUNIÃO DA CONGREGAÇÃO QUE DECIDIRÁ PELA COMPRA DO TORRICELLI PODERÁ ACONTECER FORA DO CAMPUS GUARULHOS.

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